domingo, 29 de novembro de 2009

Franjas

Sempre quis ter franja no cabelo, mas nunca deu muito certo. Hoje em dia uso uma franja "meia boca", quando prendo o cabelo rabo de cavalo.
Mas elas ficam lindas em quem pode!

As franjas são companheiras na hora de mudar o look. Muitas mulheres, quando se veem cansadas de um determinado estilo, cortam a franja, e de repente tudo parece diferente. Não há restrições para uso da franja, mas alguns cuidados são importantes para que não haja arrependimentos depois. Antes de cortá-la é preciso ter atenção no formato do seu rosto e no tipo do seu cabelo.

Franja reta e abundante só fica boa mesmo para cabelos lisos e encorpados como o de Liv Tyler.

Quando fez Sílvia na novela "Duas Caras", Alinne Moraes usava essa franja reta na base e desfiada, o ideal para não deixar um aspecto gordo. E foi muito clonada nos salões de beleza.

Na novela "A Favorita", Taís Araújo viveu Alicia e sua franja reta, de fio liso, foi a favorita dos cabelos que fizeram sucesso na novela.

Débora Falabella está sempre de cabelo curto e neste look ela investiu numa franja bem curta e totalmente desconectada.

Fios retos acima da sobrancelha. Para dar mais leveza, as pontas podem ser desfiadas. Katie Holmes apostou na franja curta.

Maquiagem

Tudo começou no Egito...

É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos. Os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social e consideravam a maquilagem dos olhos ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para Rá, o deus -sol.

As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres. É também com a civilização egípcia que surge a distinção: "Mulher de pele clara" e "Homem de pele escura". Cleópatra bem representou o ideal de beleza daqueles tempos. Carismática e poderosa, Cleópatra imortalizou seu tratamento banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquilando seus olhos com pó de khol.

Dizia-se que Popéia tinha a pele muito branca graças ao resultado de constantes banhos em leite de jumenta. Ela lançou moda e todas as romanas abastadas eram dadas às máscaras noturnas, onde ingredientes como farinha de favas e miolo de pão se combinavam ao leite de jumenta diluído para formar papas de beleza. Mas a verdade é que a bela complementava seus tratamento de clareamento da pele maquilando as veias dos seios e testa com tintura azul. Esta aparência translúcida foi imitada em misturas de giz, pasta de vinagre e claras de ovos durante muitas décadas.

No período paleolítico, o homem começa a se reunir em grupos, fixando-se na terra ficando mais sedentário e com isso surgem os primeiros sinais da vaidade no homem.

Com as diferenças hierárquicas, dentro desses grupos, os Chefes enfeitavam-se com garras e dentes de animais ferozes.

Já os feiticeiros e curandeiros adornavam o corpo com pinturas “mágicas”..

Com a evolução do homem surgem as primeiras pinturas de guerras, mais tarde surge na mesopotâmia produtos de maquiagem a base de carvão para os olhos, henna e outros resíduos naturais.

No Egito a maquiagem tornou-se parte da higiene diária e toma função de requinte. Começa então a maquiagem como ritual de beleza. Já os Gregos tinham mais preocupações com a saúde e a beleza do corpo do que com a maquiagem propriamente dita. A maquiagem era usada sim, porém não como na Babilônia e no Egito.

A evolução do mundo retratada na maquiagem

Cada década teve sua história, seu estilo. O século 20 foi veloz e revolucionário. Conheça um pouco mais sobre as influências da história na moda e na maquiagem.

Anos 30 - Olhos sofisticados e provocantes.

Sobrancelhas totalmente depiladas e redesenhadas com lápis, num traço fino, ousado e marcante. Sombras de pálpebras em pó exploravam todos os matizes, indo dos castanhos aos cinzas, e inclusive ao preto para a noite. Os cílios cuidadosamente recurvados e cobertos por máscaras para cílios. Para evitar todo excesso considerado vulgar, a maquiagem da boca tornou-se mais discreta.

Greta Garbo

Anos 40 - Olhos armados de guerra.

A beleza, sinônimo de saúde, era considerada um dever nacional. Os efeitos da guerra abalaram o mundo e o mercado de cosméticos teve uma queda em função da falta de matérias-primas. Graxa para as botas serviam como máscara para cílios, o carvão, como sombra de pálpebras, a graxa para sapatos como tintura para as sobrancelhas e pétalas de rosa embebidas em álcool produziam um blush líquido da era vitoriana. Ao longo de todo o conflito, as estrelas usaram cabelos longos, um modo de exprimir feminilidade numa época em que muitos outros meios não eram mais acessíveis.

Veronica Lake

Anos 50 - Olhos de gazela.

Modelados pela sombra nas pálpebras, o lápis de sobrancelha, a máscara para cílios e sobretudo o delineador. A importância da maquiagem dos olhos trouxe uma infinidade de criações e reformulações de produtos. A maquiagem realçava a palidez da pele e a intensidade dos lábios. Os pós-de-arroz e compacto estavam mais que presentes.

Anos 60 - Olhos de adolescente.

Ultra-maquiados transparecendo uma ousadia inocente. Na mesma época, surgiram as minissaias e as mulheres começaram a deixar de lado o clássico e então "ultrapassado" visual fatal. A feminilidade transitava entre o comportado e o irreverente. As cores eram fortes, puras, verdadeiras: rosa-choque, dourado, verde, violeta e laranja. Os anos 60 marcam o início da cultura pop americana.

Jean Shrimpton

Twiggy

Anos 70 - Olhos em busca de liberdade.

A beleza toma um aspecto moral e psicológico. Não existem mulheres feias, há somente mulheres que ainda não se conhecem. Pela primeira vez na evolução da beleza, homens e mulheres podiam escolher sua aparência seguindo seu estilo de vida pessoal, e não somente as exigências da moda. A maquiagem e os cortes de cabelo se tornaram, mais do que nunca, meios de expressão de escolha. Cabelos livres, pele bronzeada e lábios brilhantes fizeram dos anos 70, uma década de beleza explosiva. A dácada de 70 trouxe de volta as cores da maquiagem. A cada nova coleção de um famoso estilista, era lançado um novo tom de sombra e uma nova cor de batom.

Hippies
A região dos olhos era mais valorizada. As sombras e lápis recebiam cores ligadas à natureza, como o verde e o azul. O cabelo tem aspecto natural e ondulado.

Donna Summer
Juventude Disco: O glitter prata nos olhos e têmporas davam glamour à geração disco. O boca era sempre finalizada por gloss.

Anos 80 - Olhos cheios de movimento.

Sob as luzes estroboscópicas, a juventude dourada e coberta de lantejoulas tinha os lábios muito vermelhos, os olhos pintados de azul-elétrico e as maças do rosto realçadas por blushes cor de tijolo. Os códigos de beleza começavam a mudar de acordo com as estações do ano. A sombra passava do castanho ao violeta e era esfumaçada, em arco-íris. Os cílios eram alongados com máscaras coloridas (verde relva e azul piscina) e a prova d'água. No topo dos anos 80, triunfava Madonna, que foi um marco da década em que era proibido "fraquejar". A beleza virou competição e as mulheres passaram a cuidar muito do corpo. Os músculos demonstravam que elas não seriam mais intimidadas.

Madonna

Cindy Lauper

Anos 90 - Olhos menos cintilantes e mais decadentes.

Cansada dos agitos dos anos 80, as mulheres dos anos 90 apresentam uma beleza esquálida e perturbadora que representa uma sociedade em fase de mutação.
Tatuagem e piercings fazem do corpo um campo de expressão da feminilidade "debochada".

Kate Moss

Cindy Crawford

De 2000 aos tempos atuais - Olhos espirais levam ao túnel do tempo.

Fragmentos de todas as décadas passadas se misturam e contam um pouco da história da beleza feminina através dos tempos. Com a chegada do novo milênio, os diversos aspectos adotados pela beleza nos serviram de espelho. A aparência, em manifestações diversas e imagens extremas, refletiu os processos de transformação. Os dois últimos anos misturam todos os possíveis estilos de moda e maquiagem. Trazem a classe e a elegância do início do século, a delicadeza sexy dos anos 60, a irreverência dos anos 80 e a "apatia" em tom de protesto dos anos 90.

Graziele Massafera

Gisele Bundchen

Esmaltes

O verniz de unha ou esmalte, quem diria já existe há 80 anos.

Inveja Boa - Risqué

Desde 3500 a.C. as egipcias já tingiam as unhas inicialmente de preto. No império Romano valorizava-se unhas bem polidas. Na China unhas compridas eram sinal de nobreza.

New York - Risqué

Já em 1800 as unhas eram curtas e levemente arredondadas as vezes perfumadas com óleo vermelho e polidas com couro. Em 1830 surge o primeiro apetrecho de manicure, que com o qual podia-se empurrar a cutícula. Até o dado momento as cutículas era removidas com qualquer tipo de metal, tesouras ou ácidos. Em 1892 surgem os primeiros salões de manicure.

Menta - Risqué

Em 1900 usavam-se tesouras e limas metálicas para dar forma às unhas. Para polir eram usados cremes colorantes e pós. Havia um modelo precursor de esmalte de unha como o conhecemos hoje. Este esmalte era aplicado com um pincel de pelo de camelo, entretanto, este esmalte não permanecia mais do que um dia nas unhas.

Audrey - Impala

Em 1925 foi lançado um esmalte de unha transparente, em tom rosado. Ele é aplicado no meio das unhas – a meia lua e a ponta das unhas ficavam nuas. Para a responsável pela manicure na Metro Golden Mayer (MGM), então o estúdio de cinema mais popular dos Estados Unidos, Beatrice Kaye, os anos 20 e 30 eram os anos da manicure estilo meia lua. A cutícula era removida e a unha preenchida apenas ao centro. Mais tarde o esmalte seria aplicado à unha,mas não na meia lua junto à raiz (a lua). Nessa época proibia mulheres de reputação usar esmaltes muito chamativo, de cores fortes.

Show - Risqué

Em 1930 divas do cinema, como Rita Hayworth e Gloria Swanson promovem o uso de esmaltes. Sua utilização passa a ser sofisticada e elegante, despertando a pintura das unhas com diversos tons de vermelho.

Chic - Colorama

Já 1932 Charles e Joseph Revlon, irmãos americanos, e um químico, criam o esmalte brilhante e colorido com pigmentos, para ser aplicado na unha toda. Nasce a marca Revlon e eles promovem pela primeira vez a tendência de maquiar os lábios e unhas da mesma cor.

Viena - Risqué

Na década de 70 vem os esmaltes sintéticos. As unhas tornam-se extremamente longas através de várias técnicas e estão na última moda.

Marina - Impala

Os esmaltes acrílicos são sucedidos pelos esmaltes de fibra de vidro em 1980. A decoração dos esmaltes não é mais limitada aos esmaltes – pedras preciosas e vários acessórios entram em uso.

Laranja Siena - Risqué

E hoje em dia existem várias cores para usar e abusar.

Amarelo - Impala

Tokio - Risqué

Roxo Metálico - Colorama

Arabia - Risqué